Pelos vistos, segundo Don Tapscott, "Obama should look to Portugal on how to fix schools". Quem diria?
Um artigo a ler, em Wikinomics.
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Línguas, languages, langues. There's no barriers. Um blog sem fronteiras, sur tout, pour tous.
Centenas de cidadãos de Hong Kong pedem ao conselho regulador dos meios de comunicação que classifique a Bíblia como um livro obsceno. Queixam-se dos capítulos que o livro dedica à violência e ao sexo.Tudo começou com um artigo que apareceu numa revista estudantil em que se perguntava aos leitores se alguma vez tinham fantasiado com incesto ou zoofilia. As autoridades consideraram que o artigo era indecente e vetaram-no. Alguns grupos cristãos aplaudiram a censura do artigo. Ao invés, grupos de estudantes e professores universitários consideraram a medida um atentado à liberdade de expressão, uma liberdade que existe em Hong Kong — mas não no resto da China — graças aos acordos assinados por Pequim como condição para a devolução da colónia pela Grã-Bretanha.De modo que os que estavam contra a censura do artigo resolveram dizer que, se o proibiam por ser indecente, com mais motivos deveriam proibir a Bíblia. Para melhor explicarem até que ponto a Bíblia contém capítulos impúdicos, criaram um site e afixaram nele extractos do livro. Ao abrigo das leis sobre a obscenidade, exigem que seja proibida a leitura da Bíblia a menores de 18 anos, que cada Bíblia tenha na capa um aviso advertindo para o seu carácter pornográfico e que seja vendida num invólucro transparente para que não possa ser folheada nas livrarias.Mas o organismo hongkonguense regulador dos media diz que a proibição não é fácil porque “se trata de um texto religioso que faz parte da civilização”. A Reuters pediu a opinião de um reverendo protestante chinês, que explicou porque é que a Bíblia não deve ser proibida: “O facto de aparecerem nele cenas de violações não quer dizer que o livro promova esse tipo de actividades. Trata-se do senso comum.”
O poder educativo da televisão vem de onde menos se espera.
O Diogo aparece-me com a camisola cheia de autocolantes de um boneco preto com o coração a vermelho.
- Contribuíste, foi? Com quanto?
- Dei dois cêntimos por cada um.
- Dois cêntimos? Só?!
- Então, ela disse que eu podia dar o que quisesse e não me apeteceu dar muito…
- Sabes, ao menos, para onde é que vai tanta generosidade?
- Sei! Para a prevenção das doenças cardiovasculares.
- Ena! Muito bem. E o que é que são "doenças cardiovasculares"?
- São doenças do coração, claro! Eu também vejo o House, mãe.
"(...) As we talked about his answer, he confessed that he used Wikipedia because he felt he could not comprehend or complete all the readings assigned, and was desperate to get the question answered. And he noted that parents or teachers often tell kids who ask questions, "Look it up online." He felt that kids are so programmed to be on the fast track in high school -- "from high school to the great college to the job to the 2.5 kids and the beautiful house" -- that no one really wants to slow down and deal with ethics. (...)"
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