Mas ao desfolhar-mos o dito jornal, deparam-nos com isto. Coincidências?
Problemas de impressão/pressão
Mas ao desfolhar-mos o dito jornal, deparam-nos com isto. Coincidências?
The predators of press freedom
Uma questão de critérios
'Os limites da crítica admissível são mais amplos em relação a um homem político agindo na sua qualidade de figura pública do que em relação a um simples particular. O primeiro expõe-se inevitavelmente e conscientemente a um controlo atento dos seus factos e gestos, tanto pelos seus adversários políticos como pelos jornalistas e pela massa dos cidadãos, e deve mostrar uma maior tolerância, sobretudo quando ele se presta a declarações públicas igualmente susceptíveis de crítica.' Um notável trecho de um acórdão do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que ilibou um jornalista português condenado em primeira instância e pelo Tribunal da Relação por abuso de liberdade de imprensa numa queixa que lhe foi movida por um autarca. Em boa hora o advogado Francisco Teixeira da Mota a citou no Público. Para que se perceba bem como são diferentes os critérios dos magistrados portugueses, em comparação com a jurisprudência europeia. No rectângulo lusitano, uma visão restritiva da liberdade de imprensa. Do lado de lá (felizmente já com repercussões aqui), a defesa intransigente da liberdade de imprensa como direito fundamental no mundo contemporâneo.
No Corta Fitas.
Worldwide Press Freedom Index 2006
This index measures the state of press freedom in the world. It reflects the degree of freedom journalists and news organisations enjoy in each country, and the efforts made by the state to respect and ensure respect for this freedom.

