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Identity

"I went on television and shouted: 'I'm Jewish.'" Once, ten years ago, a viewer rang live into his talkshow and wanted to know if Alaton felt like a Turk. "My family has been living here for 500 years," responded Alaton, "and yours?"


Ishak Alaton,
in Qantara, Kai Strittmatter's article

Another view on the scarf issue : Generation Faithful

"So at 16, she did something none of her friends had done: She put on an Islamic head scarf. In most Muslim countries, that would be a nonevent. In Turkey, it was a rebellion. (...)"

Sabrina Tavernise, The New York Times.

"The Turkish theologist who stopped wearing the headscarf"

"Like many of her classmates, Duran-Özsay quit her degree not because ‘it was God’s rule’, but because she didn’t accept the authority that was forcing her to uncover. (...)"

Kinia Adamczyk, Cafêbabel.

Senso comum

Centenas de cidadãos de Hong Kong pedem ao conselho regulador dos meios de comunicação que classifique a Bíblia como um livro obsceno. Queixam-se dos capítulos que o livro dedica à violência e ao sexo.
Tudo começou com um artigo que apareceu numa revista estudantil em que se perguntava aos leitores se alguma vez tinham fantasiado com incesto ou zoofilia. As autoridades consideraram que o artigo era indecente e vetaram-no. Alguns grupos cristãos aplaudiram a censura do artigo. Ao invés, grupos de estudantes e professores universitários consideraram a medida um atentado à liberdade de expressão, uma liberdade que existe em Hong Kong — mas não no resto da China — graças aos acordos assinados por Pequim como condição para a devolução da colónia pela Grã-Bretanha.
De modo que os que estavam contra a censura do artigo resolveram dizer que, se o proibiam por ser indecente, com mais motivos deveriam proibir a Bíblia. Para melhor explicarem até que ponto a Bíblia contém capítulos impúdicos, criaram um site e afixaram nele extractos do livro. Ao abrigo das leis sobre a obscenidade, exigem que seja proibida a leitura da Bíblia a menores de 18 anos, que cada Bíblia tenha na capa um aviso advertindo para o seu carácter pornográfico e que seja vendida num invólucro transparente para que não possa ser folheada nas livrarias.
Mas o organismo hongkonguense regulador dos media diz que a proibição não é fácil porque “se trata de um texto religioso que faz parte da civilização”. A Reuters pediu a opinião de um reverendo protestante chinês, que explicou porque é que a Bíblia não deve ser proibida: “O facto de aparecerem nele cenas de violações não quer dizer que o livro promova esse tipo de actividades. Trata-se do senso comum.”

Preventative censorship

"An Italian politician has sparked a furore by urging state broadcaster Rai to block the transmission of a controversial BBC documentary.
The programme, aired in the UK in October, investigates the sexual abuse of children in the Catholic Church.
Italian journalist Michele Santoro has asked to purchase the rights to the film to broadcast it on his talk show.
But Mario Landolfi, who heads Rai's parliamentary oversight committee, has asked Rai to prevent its transmission. (...)"