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Susana Nunes
on Monday, May 21, 2007
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Susana Nunes
on Thursday, May 17, 2007
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Negócios
"Um repórter português, por exemplo, está a colaborar com uma das principais cadeias inglesas por 300 euros diários. E ontem outro jornalista que se encontrava na aldeamento Ocean Club foi abordado pela prestigiada BBC. Chegaram ao pé de mim e perguntaram se me podiam entrevistar para que eu enquadrasse o caso. Disseram que me pagavam 250 euros."
Photoshop - an unbelievable tool
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Susana Nunes
on Saturday, May 12, 2007
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House
O poder educativo da televisão vem de onde menos se espera.
O Diogo aparece-me com a camisola cheia de autocolantes de um boneco preto com o coração a vermelho.
- Contribuíste, foi? Com quanto?
- Dei dois cêntimos por cada um.
- Dois cêntimos? Só?!
- Então, ela disse que eu podia dar o que quisesse e não me apeteceu dar muito…
- Sabes, ao menos, para onde é que vai tanta generosidade?
- Sei! Para a prevenção das doenças cardiovasculares.
- Ena! Muito bem. E o que é que são "doenças cardiovasculares"?
- São doenças do coração, claro! Eu também vejo o House, mãe.
Em directo
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Susana Nunes
Em Portugal, nada parece acontecer até às 20 horas de cada dia. Sucedem-se, neste instante, as conferências de imprensa “em directo”, sem intervenção jornalística: os repórteres limitam–se a estender os microfones. E já nem arriscam perguntas, na certeza antecipada de não haver respostas. É uma esquizofrenia tipicamente portuguesa. Que só perdura por culpa exclusiva das nossas televisões. Na ânsia do “directo”, fornecem tempo de antena gratuito a qualquer um. Que tanto pode ser o primeiro-ministro como o presidente do Benfica, tanto pode ser o presidente demissionário da Câmara de Lisboa como o director da cooperativa que "dirige" a Universidade Independente, tanto pode ser o líder do PSD como um indivíduo barricado não sei onde a reivindicar não sei o quê. O circo continua. Sempre com hora marcada: as oito da noite. Antes da telenovela.
No Corta-Fitas.
Política cultural portuguesa

"(...) Para um hiperactivo, a criação em Portugal também pode ser desesperante?Sim. Completamente. As coisas não acontecem ao ritmo que eu quero.Refere-se ao facto de o argumento do seu segundo filme ter sido excluído da lista dos projectos subsidiados este ano pelo Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM)?Sim. Isso foi algo chocante. Nunca me passou pela cabeça - depois de fazer um filme como Alice, que ganhou prémios em Cannes e na Argentina, e levou cerca de 37 mil pessoas às salas de cinema - vir a ter dificuldade para voltar a filmar. Não faz sentido. Neste momento, já devia estar a rodar o segundo filme e não estou. A política cultural do ICAM é extremamente irresponsável e não tem qualquer linha definida. Eu, pelo menos, não a percebo. Este ano recusaram financiar o meu projecto, mas financiaram o de outros que eu considero demasiado comerciais e, como tal, auto-sustentáveis. (...)"
Excerto da entrevista da Única a Marco Martins (5 de Maio de 2007).
18,000 people stripped down
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Susana Nunes
on Monday, May 07, 2007
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Male and female volunteers of different ages stood and saluted, lay down on the ground, crouched in the fetal position and otherwise posed for Tunick's lens in Mexico City's Zocalo Square, the city's massive central plaza also known as Plaza de la Constitucion. (...)Approximately 18,000 people stripped down for Spencer Tunick in Mexico City's largest square on Sunday morning, setting a new record for the U.S. photographer famed for his mass nude photo shoots.
In CBC News.
The predators of press freedom
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Susana Nunes
on Thursday, May 03, 2007
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Freedom of expression
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